"Everything I haven't yet drawn, it is like I hadn't yet seen." "Tudo que ainda não desenhei, é como se ainda não tivesse visto." Henri Matisse
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
SAT NAM of Ota
Aboriginal Beet
Dare Touch It
Dare believe and you will be
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Imperfect Mandala or The Clips Mandala
Swedish Garbage or Garbage Sweden
There is no
reason to write Garbage Sweden on the text, but provoking the Swedish. Although
they can never be provoked, they are unprovoked people.Östersund Campingen
First eller Först
domingo, 16 de dezembro de 2012
Someone by the Beach
Fördom
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Eletronic Indigenous Soul
sábado, 24 de novembro de 2012
Experimentação
Of course, after some weeks, the scissor made its work and finished it.
Handcraft
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Sweden Production
sábado, 2 de junho de 2012
Pistache - 2012 - 29 x 47cm
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
A Liberdade
Não importa o que eu pensei quando fiz ela, importa o que nós vamos pensar quando vir ela (a obra).
Liberdade
É a obra da liberdade vespertina. Pintada em uma tarde tranqüila e normal, mas que naquele momento, algo deveria ser demonstrado. A liberdade em um curto espaço de tempo.
Fiz quatro esboços para esse quadro. Mas o produto final não teve nada a ver com nenhum deles.
Auto retrato: Eu, sem camisa, desenhando ou pintando um quadro. Meu quarto como fundo.
Esse ficou apenas na imaginação.
O que se concretizou foi a Liberdade.
Diversos materiais, qualquer um, o que fosse encontrado pela frente e desse vontade de usar. Gostei dos pontos feitos direto com o tubinho de tinta. Pincéis diferentes. Caneta. Joga cola-tinta e usa pincel. Varia.
O fundo laranja, as cores puras. O ponto de interrogação os pontinhos em zigue zague ou uma onda caindo. Seria um pássaro? Uma mão com um lápis. Descubro um rosto e uma lágrima na sua frente. Me me me me...me? seria eu? A tinta cola vai rodopiando e uma grande bola de fogo verde se aproximando. O laranja gritando no fundo do espaço sideral.
domingo, 20 de novembro de 2011
Massa Acrília como Relevo - o Início
Espera,
Espera na sala de Espera
Calendário do Ano retrasado
Rádio despertador dos anos 80
Parades brancas e encardidas
Espera a Médica que atende
Que demora mas atende
Quer ser atendido?
Espera
O quadro foi doado para a sala de espera da minha médica. Querida dr. Sonia de una setenta e poucos anos...
A massa acrílica é usada nos quadros e mesas reformadas desde os primordes, há cerca de 3 anos, da nossa criação artística - minha e da Isa -. Mas nesse quadro parece que ela toma outra forma, outra possibilidade que não a de reforma, que não a de preparação do fundo do quadro...agora, ela toma um papel central na obra, e ainda serve de suporte para pregos, parafusos, tachinhas e outras coisinhas mais...
Mas, pra que toda essa baboseira????
It's up to you
It's up to me
domingo, 30 de outubro de 2011
Fauvismo Pornográfico ou Pornografia
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Ritual II ² - O duplo processo
Segundo Ritual de mudança de postura frente a dois
Normalidade
Maudade
Sentimento de amor
e de sexo
a qq corpo
q brilhe interior
Preto - Branco - Azul - Laranja - as 4 puras - Preto
Fórmula do quadro
Respeitada durante o processo
Pintado dentro da churrasqueira
Protegendo da chuva que molha igual
Resultado final desimportante
Fé no processo
no turning point
da eterna mudança de postura frente a dois
Já foi provado que pintar um quadro com o objetivo de esquecer alguém, dá certo. E eskecer dois alguéns? Bom, demora um pouquinho mais, mas tb dá certo. Fé no processo.
Fé no processo de esquecimento e fé no processo da produção pictórica.
Estão aqui presentes então dois processos:
1º - Vc não vai conseguir tirar a pessoa - ou as pessoas - da sua cabeça logo em seguida que pintar o quadro. Não é mágica. É processo. Achei que dessa vez não ia dar certo como tinha dado com o primeiro quadro que pintei (Ritual I) com esse propósito...achei errado..apenas não tinha esperado o processo..que estava apenas em seu início.
2º - O processo de terminar um quadro. Três posts abaixo está postado o “mesmo” quadro, que tinha dado como acabado, mas que na verdade não, ele estava em processo e eu não sabia. De repente continuo pintando o quadro que a princípio já estava terminado. Não estava, e a prova é o resultado final, que, a meu ver, parece melhor do que antes. Às vezes resulta sermos over, continuar produzindo uma obra que talvez já estivesse terminada, acontece com todos os artistas e faz parte do processo. No caso dessa obra, eu tinha me precipitado:
...nenhum dos dois processos haviam terminado: nem o de esquecimento, nem o pictórico...
Fim!



