domingo, 30 de outubro de 2011

Fauvismo Pornográfico ou Pornografia


Cores pornográficas

Escodem

Divertem quem olha sem desvendar

Putaria agregada

Música eletrônica

Insanidade Sãna

Relativamente Sãna

Velocidade Cromática

Reciclagem Pornográfica

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ritual II ² - O duplo processo


Segundo Ritual de mudança de postura frente a dois
Normalidade
Maudade
Sentimento de amor
e de sexo
a qq corpo
q brilhe interior
Preto - Branco - Azul - Laranja - as 4 puras - Preto
Fórmula do quadro
Respeitada durante o processo
Pintado dentro da churrasqueira
Protegendo da chuva que molha igual
Resultado final desimportante
Fé no processo
no turning point
da eterna mudança de postura frente a dois


Já foi provado que pintar um quadro com o objetivo de esquecer alguém, dá certo. E eskecer dois alguéns? Bom, demora um pouquinho mais, mas tb dá certo. Fé no processo.
Fé no processo de esquecimento e fé no processo da produção pictórica.
Estão aqui presentes então dois processos:

1º - Vc não vai conseguir tirar a pessoa - ou as pessoas - da sua cabeça logo em seguida que pintar o quadro. Não é mágica. É processo. Achei que dessa vez não ia dar certo como tinha dado com o primeiro quadro que pintei (Ritual I) com esse propósito...achei errado..apenas não tinha esperado o processo..que estava apenas em seu início.

2º - O processo de terminar um quadro. Três posts abaixo está postado o “mesmo” quadro, que tinha dado como acabado, mas que na verdade não, ele estava em processo e eu não sabia. De repente continuo pintando o quadro que a princípio já estava terminado. Não estava, e a prova é o resultado final, que, a meu ver, parece melhor do que antes. Às vezes resulta sermos over, continuar produzindo uma obra que talvez já estivesse terminada, acontece com todos os artistas e faz parte do processo. No caso dessa obra, eu tinha me precipitado:

...nenhum dos dois processos haviam terminado: nem o de esquecimento, nem o pictórico...

Fim!

sábado, 15 de outubro de 2011

Processos

Quadros antigos modificados...
O processo...
Tem fim?

Conexão - Comunicação


Conexão
Comunicação
Concepção
Conspiração
Conceito
Status-quo
Coleção
Constipação
Correlação
Complicação
Conceito
Status-quo
Cotação
Contestação
Colocação
Construção
Co
mo
ção
Co
co
zão

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Castiçal - Grafite_2


Acho q o quadro ficaria ótimo com uma moldura branca. Alguém gostaria de financiar? :)

O quadro foi achado no lixo, rasgado, sujo, com coisas não identificávei coladas...sem modificar nada começamos a desenhar...em uma fase onde o grafite gritava...processo de aprendizado do desenho...onde aprende-se no quadro..mostra-se a fase, sabe-se ou não desenhar...isso existe? desenha-se...isso existe!
Processo...alguém deu o quadro por acabado...quem? eu? vc? ela? nós?
o quadro era só grafite...no dia da exposição, ou um dia antes, Isa não conseguiu com o escuro, o fechado do quadro...tacou tinta e o coloriu..de modo simples..abriu o quadro.. e assim o expusemos..
um dia eu disse..vou jogar tinta nele..está perfeito para isso..seria um ano depois? um ano depois..com o término da parede La Danse (postagem anterior), sobraram as tintas...faltava o amarelo e o verde...comprei o amarelo, fiz o verde...e o quadro..por fim...um processo processo contínuo processo...terminou..
quem deu ele por terminado? eu? vc? ela? nós?...
Se alguém acha q o processo ainda nao terminou..então que jogue mais tinta nele...
Ou que financie a moldura...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

La Danse


La copie, un exercice scolaire

La Danse, Henrie Matisse. 3 x 4 m
No quarto de hóspedes do meu irmão.
By Ota & Isa

Levou 1 ano pra terminar a pintura. Primeira feita em grande dimensão. Valeu pela experiência, o resultado globarl eh bom, os detalhes nem tanto.

"Il découvre les trésors du musée du Louvre, qu'il étudie en les copiant..."
"La copie de tableux de maitres figure parmi les exercices classiques, comme le dessin d'àpres un modéle vivant"

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ritual II² - Maudade colorida


Segundo Ritual de mudança de postura frente a dois
Normalidade
Maudade
Sentimento de amor
e de sexo
a qq corpo
q brilhe interior
Preto - Branco - Azul - Laranja - as 4 puras - Preto
Fórmula do quadro
Respeitada durante o processo
Pintado dentro da churrasqueira
Protegendo da chuva que molha igual
Resultado final desimportante
Fé no processo
no turning point
da eterna mudança de postura frente a dois

From interesting BH...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Isa e girassóis - ipês e hibiscos?






Alguns trabalhos da Isa. Um mosaico mural e dois desenhos simples. Dois girassóis. Desenhos que respondem ao meu último post: let us be a child - deixe-nos ser criança...Eu escrevo, ela sente e faz.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Isa by Mateus



Isa,

qual o nome do pano pra pintar?

to afim de fazer uns quadros grandes

to chapado e levo uma hora pra fazer as coisas aqui no pc

mas n ando fumando muito nao

tah dificil pintar

fico concentrado no meu trabalho, nao consigo muito

e nos exercicios fisicos

e nas baladas

pra pintar tah dificil

mas quero fazer alguma coisa

tentar expor em um espaço da unb

mas penso que se eu entrar com coisas q estao aih em poa,

depois vou ter q pagar o transporte

entao to querendo fazer coisas aqui

sabe como eh

aqueles quadros mais rapidos, q se faz em uma tirada

tb eh bom isso pra eu ter uma motivação

tipo, tem esse concurso pra expor

entao vou fazer uns quadros pra tentar entrar nesse

nao participar com coisas que ja tenho

assim posso aumentar a minha produçao

pq eh isso que quero fazer

pq me da prazer

independente do resultado

sempre me da prazer

entao tenho q fazer mais mesmo e mais

como jogar tenis

me da pra zer de fazer um buquê de flores laranjas enormes e com cheiro de amor perfeito

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ota & Vó Zuzuca viajando no ônibus do Expressionismo Abstrato – nem tão Abstrato assim



“Quanto mais beleza imprimir-lhe o artista, mais a obra será preciosa; mas há, na vida ordinária, na metamorfose cotidiana das coisas exteriores, um movimento rápido que exige do artista igual velocidade de execução”
Não há mais tempo para pintar...mas o belo ainda urge...o belo veloz, o belo movimento, o belo cor pura, quando da mistura perde-se o natural, perde-se o sentimento original de criança que gosta do laranja e do vermelho, e despreza a pergunta: mas que cor é essa? Pinta-se rápido e veloz, a tinta corre como Bolt, resiste e permanece em sua velocidade como Marílson dos Santos.
“Tudo que é belo e nobre é o resultado da razão e do cálculo [ele é poeta ou físico?]. O crime, cujo gosto o animal humano adquiriu no centre de sua mãe, é de origem natural [quem vc assassinou?]. A virtude, ao contrário, é artificial, sobrenatural, pois fora necessários, em todos os tempos e todas as nações, deuses e profetas para ensiná-la à humanidade animalizada[Baudelaire é feito de plástico; sufoca e embeleza] ; virtude que o homem, sozinho, fora incapaz de descobrir [decida-se, venere os homens ou os deuses!].
O mal faz-se sem esforço, naturalmente, e por fatalidade [ou o planeja-se]; o bem é sempre produto de uma arte [vc ñ é tão burro quanto parece]. Tudo quanto digo a respeito de uma natureza, como má conselheira em matéria de moral, e da razão [não escute o vento], como verdadeiramente redentora e reformadora, pode ser transposto para a ordem do belo [se utilizar-se das cores puras]. Sou, assim, levado a ver os adereços como uma das marcas da nobreza primitiva da alma humana [maquiem-se, sejam Reis e Feras].”

“A mulher [e os gays] tem todo o direito de se dedicar a parecer mágica e sobrenatural, o que constitui, inclusive, o cumprimento de uma espécie de dever [seria ele machista? Ou eu feminista? Gayista?]; é preciso que ela surpreenda, que ela cative [só elas]; ídolo, ela deve dourar-se para ser adorada [ouro, prata, cobre e chumbo são aceitáveis aos olhos, e aos bailes de sociedade, pois não são misturas]. Deve, pois, tomar de empréstimos de todas as artes os meios que lhe permitam pairar acima da natureza para melhor subjugar os corações e impressionar os espíritos [dos homens. Teriam as mulheres espíritos?]”
Com Baudelaire, a beleza desceu o Olimpo dos deuses e passou a habitar o território trivial do cotidiano e do corpo precário dos mortais.
Charles Baudelaire em O Pintor da Vida Moderna, comentado por Ota

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mateus y su amarelo


Amarelo...color del sol que ralla mis ojos cuando agarro mi bici y salgo por la orilla del rio y veo los tantos edificios que no me dejan ver los cerros, paisaje gris de la ciudad del urbano que cobre las casitas que invadieran los cerros pero el árbol todavía esta quizás no adelante de mis ojos pero detrás del paisaje urbano que raya el suelo por el calor del sol y por el peso de los edificios y por el árbol que no tiene espacio para crecer ni para tomar del agua de la lluvia que inunda la ciudad y transforma la ciudad con todo el rio llenando hasta que llegue a los cerros y que al final llega un poco de agua limpia para la población que ya hace tiempo tiene que limpiar el agua pero no consigue y finge que puede finge que vive finge que ingiere cosas que hacen bien finge que tiene buena piel pero que adentro esta un amarillo no brillante como lo de Mateus pero un amarillo gris que reseca los órganos una palmera que viene no sé de dónde y que está en todas las partes mismo en el barrio histórico de la capital gaucha que decide meterlos en sus vitrinas y que sigue rayando el suelo y la percepción de la gente que ya no sabe lo que es suyo y lo que no es pero ve y sigue viendo y pensando porque un árbol rallaría el suelo con aguas blancas de semen.

domingo, 28 de novembro de 2010

Círculo I







Materiais Circulares
Quadro redondo de maderia achado na rua, CD's velhos, pregos, moedas, bolas de gude, lâmpadas, cinzeiros, bicicleta, buda, jackson pollock, lã, fio dental,cordas, conchas...

Expansão das secundárias verde, laranja e roxo
Introspecção das primárias azul, amarelo e vermelho

Dois meses de produção, quadro no meio do quarto. Tintas, pregos e objetos. Profundidade.
Artes Plásticas do cotidiano....

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Interpretação (Hermenêutica) Instauradora




Hermenêuticas Arqueológicas X Hermenêutica Instauradoras

“Hermenêuticas arqueológicas são aquelas que enfatizam o que é anterior, o que é passado em relação a um determinado símbolo, a um texto, ou a um conjunto de símbolos que vão sendo interpretados. Um exemplo bastante típico da hermenêutica arqueológica seria a psicanálise, pois ela vê num sonho, num escrito, na linguagem, na narração de um paciente, símbolos que são resultados – sintomas - de uma história anterior.”

“Hermenêuticas instauradoras seriam aquelas que têm uma ênfase, ou direção, inversa: elas pegam esse determinado texto, isto é, um conjunto de símbolos, e vêem isso não como um ponto final, ponto de chegada, mas como um ponto de partida. Ou seja, a hermenêutica propõe-se como um agenciamento de futuro, ao invés de uma fixação no passado.”

“Numa, interessa esse desvendamento analítico de um passado que gerou uma produção, na outra, interessa o que essa produção agencia em termos de prosseguimento, em termos de futuro, como uma espécie de programa inconsciente, esboçado naqueles símbolos. [....] não é tanto uma hermenêutica que procura analisar essa literatura [produção] como se fosse uma espécie de fato último, mas sim como um ponto de partida a partir do qual ele próprio, o intérprete, pode continuar a criar outra vida, outro mundo.”

REGO, Nelson. Geração de Ambiência: três conceitos articuladores. Em: Da percepção e Cognição à Representação: Reconstruções teóricas da geografia cultural e humanística. Orgs: Salete kozel, Josué da Costa Silva e Sylvio Fausto Gil Filho – São Paulo: Terceira Margem: Curitiba: NEER, 2007.

Meu objetivo ao criar esse quadro é propiciar uma grande oportunidade para que quem o veja realize uma hermenêutica instauradora. Não me dou o trabalho de interpretá-lo, me abstenho, como autor, de tecer qualquer comentário sobre minhas intenções ao criá-lo, além da recém mencionada, despertar muitas outras idéias para quem o veja.

Interpretar é viajar, viajar para o futuro, continuar criando em cima da criação. A criação primeira, o quadro em si, é apenas um trampolim para tantas outras criações possíveis. Assim, o objetivo do autor será aqui alcançado não quando os observadores tentarem identificar o sujeito artista, suas intenções, percepções, sentimentos, história de vida, mas sim quando houver novos esforços de criações, idéias, imaginações...novas viagens.

domingo, 24 de outubro de 2010

COLETIVO Árvore

Riscos y tintas no es apenas riscos y tintas
riscos y tintas es también formas 3d
riscos corre riscos
muchos riscos de perderse en la libertad
la peligrosa libertad de la creación
que no tiene límite
ni reglas
que todo puede
y que todo debe
y que más es más
lo importante es hacer
no hacer bien
hagamoslo


Premissas do Coletivo Árvore

domingo, 1 de agosto de 2010

Vívidos Fragmentos da Fragmentação Vivida




Os vários amores ao longo da vida
Os intransponíveis pedaços do/no espaço urbano
As reconhecíveis multi-identdades do sujeito
Pedaços humanos em observação
Corpos em pedaços atados por um fio condutor
Fotos, casas, pessoas, artes, nus, tempos, lixos, pregos e castiçais
Fragmentações da vívida vida vivida nas vias viscerais dos vãos.

Vão – espaço necessário de trânsito entre os fragmentos da vida moderna. Nesses espaços está o ser, buscando a sua completude; está a dúvida, de viver uma vida em pedaços, embora reconhecíveis. São nos momentos e nos espaços dos vãos que o sujeito se vê como uno, indivisível.

Os vãos, às vezes se completam com pregos; às vezes, não estão (nos sujeitos menos fragmentados); outras, é no refúgio das cores que eles se escondem.

Três quadros a grafite que representam a fragmentação da vida moderna. Dois trabalhos inspirados nos corpos nus, fragmentados, dos próprios artistas; e um terceiro, onde fragmentos do ser, do urbano e do cotidiano surgem em aparente desconexo. O espelho, material essencial na construção dos dois primeiros, reflete dois corpos que aqui, voltam a se recompor, embora ainda escondidos e irreconhecíveis.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A forma da fôrma



Formas & Pregos

A forma da fôrma
Prega a fôrma
Na cor sem forma
Do branco que chora
Do preto que esconde
Prega a forma
E chora a tinta
Cola e pinga
No prego que pinta

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Pollock Evolution




blah blah blah
hay una evolución
an evolution

pollock couldn'd do what I did, coz he wasn't calm enough
I copied him. I haven't lived at his time, and everything is an evolution...
I'm calmer because I'm luckier than him
he is more famous, coz he is luckier than me...
evolution
art evolution
brain evolution
unhappy technology evolution - happy
art evoluton
paint
simple paint
nothing else than a paint
with or without a brush
useles brushes in our cases
let's thank to the guy who invented the brush
but it can b useless
when we talk about evolution
tks for the brush
and for the piece of wood
art evolution

quinta-feira, 8 de julho de 2010

OTA Fauve - Auto-Retrato Desretrato




quem eh esse?
perguntam
esse sou
cores são
eu movimento
tubo de tinta
aberto
usado
cores são seis
misturas são poucas
só pra não falarem q sou criança...

finjo adulteza
maumente