domingo, 24 de agosto de 2008

look straight at my eyes

look at straight at my eyes and you will see it
nothing else but strangness
of what I feel
of what you feel
which is nothing but
money
that they throw it away
while people are starving
to death
and I am
looking at their money
and taking their money photography
instead of
helping the others`out
fuck off lovely Monaco
fuck off lovely Paris
Africa! Brazil!

sábado, 16 de agosto de 2008


Vue de la fenete de Stefan, a Cagnes sur Mer

Otavio Vieira, Vue de la fenetre de Stefan, a Cagnes sur Mer, Agot 2008. Guache sur papier.

Primeiro quadro pintado, apos alguns desenhos realizados. A tecnica utilisada foi a mais simples possivel, devido a falta de material mais adequado. Logo que terminar essa viagem pretendo comprar melhores materiais, e principalmente comecar a pintar com olio, que ainda nao pude experimentar, mas todas as principais pinturas sao feitas com essa tecnica. Certamente o guache me permite treinar minha pintura, e o simples lapis no simples papel me permite treinar eu desenho. Nao pretendo fazer arte abstrata, me parece que o publico atualmente ja esta cansado de tanto 'nao sei o que', de tanto entrar nos museus de arte contemporanea, bienais ou quatrienais e nao entender, o publico atualmente se sente distante da arte, acha q nao a compreende, e por isso o mais importante sobre o mundo da arte esta sendo esquecido e o publico esta sendo cada vez mais distanciado do mundo das artes plasticas, o mais importante eh que nao ha nada para ser entendido nas artes plasticas, devemos apenas sentir! Henri Matisse diz que os primeiros quadros de um artista expressa a sua real arte... talvez expresse apenas as prmeiras influencias que o artista teve no inicio da sua carreira. Independente do que seja, vejo com bastante interesse esses primeiros quadros que devo pintar. A tecnica eh pobre e a habilidade tambem, porem a vontade de expressar-se eh bastante intensa. esteticament eles certamente nao serao os melhores, eh necessario um desenvolvimento artistico e intelectual para que um artista consiga chegar ao apice de sua arte, e isso leva anos. Estou nos meus primeiros meses de desenhos, e apenas nas minhas primeiras experiencias com a tinta...vejo um desenvolvimente...como jah conheco como o desenvolvimento do aprendizado de uma lingua se da; diferentes experiencias resultam em diferentes necessidades e diferentes espacos detempo para tal aprendizado. Cada uma das linguas que aprendi e que ainda aprendo, necessitaram diferentes tempos e estudos para tal desenvolvimente, apenas o frances e o italiano me parecem haver tido um desenvolvimento com necessidades parecidas, pois comecei a estudar as duas linguas ao mesmo tempo, apos jah saber o portugues, o ingles e o espanhol, nessa exata ordem de aprendizado. A ordem tambem eh de extrema importancia; aprender o espanhole depois o frances nao eh a mesma coisa que aprender o frances e depois o espanhol. Existe uma ordem de facilidade: pra um brasileiro, falante nativo de protugues, o espanhol eh a lingua menos dificil, logo o italiano, logo o frances, e provavlemente o ingles vem em seguida. Entao, porque o ingles foi a primeira lingua que aprendi? Influencia socio, economico e cultural que me levaram a determinada ordem de conhecimento. E visto de certo angulo, foi um desenvolvimento linguistico bastante interessante, visto que pude ter uma introducao as linguas germanicas.
Antes de pintar o primeiro quadro, em algum momento tinha dito ao Pierre - meu companheiro de viagens - que iriq pintar algo Fauve! Tento desenvolver meus estudos atraves de livros de arte Fauve, e cada vez mais nao sei se o que pintei faria ou nao da arte Fauve! acredito que nao, mas o que importa eh que q inspiracao veio de lah, e se realmente nao, espero que os proximos quadros sejam Fauve!. Usei as cores puras, 'diretamente do tubo', nao por objetivar algo, mas tambem por falta de conhecimento tecnico. Entretanto de um certo modo, observando quadros de Vlaminck, Dufy e Matisse, aquelas cores entraram na pela minha retina e ficaram...cores puras e fortes, querendo dar um equilibrio ao quadro de forma simples e infantil. Nao pretendia pintar o papel quando fiz o desenho. Comecei a pintura apenas dois ou tres dias apos realizado o desenho, nesse meio tempo continuei treinando o desenho...natureza-mortas, copias de natureza-morta de Cezanne, copia de Gauguin com seus quadros do Haiti ( comecei a pintar um, nao ficou tao mal, mas eh necessario melhores materiais e um quadro, de qualquer forma o treino atraves de copias dos mestres, ou qq outro tipo de copia, me parecem estar sendo de extrema utilidade para o desenvolvimento das minhas habilidades como desenhador), paisagens da praia...etc. Minha maquina digital tem me ajudado e me ajudara ainda mais no futuro proximo. Posso com ela tirar as fotos que poderao se tornar quadros, tiro a foto do todo, como acho q o quadro se parecera, e depois tiro fotos dos detalhes, para que possa observar melhor na hora de visualiza-las na tela do computador. Algumas cidadezinhas antigas perto de Nice me inspiraram bastane, ruas estreitas e casinhas antigas feitas e pedras, flores, ceu, grades. Devo pinta essas imagens como elas aparecem na minha retina, ou com uma tecnica Fauve!? A arte Naif tambem me pareceu bastante interessante, entretanto, nesse meu inicio, tenho mais vontade de fazer um riscos e tracos e cores, mais livremente no quadro, e nao me atentar tanto aos detalhes...embora normalmente os detalhes me parecem ser importantes...Cores eh o que quero, cores eh o que busco!
O laranja teve papel preponderante no meu quadro. ( Matisse pintava muitas laranjas, pois eh a unica fruta com nome de cor). As arvores sao de cores muito parecidas as montanhas, lilas claro. O ceu, nao ficou bom, fiz o tipico degrade de mais claro embaixo e escurecendo em direcao para cima. Nao sei pq, mas nao gostei. Deveria eu pintar o ceu de amarelo? Desenhei pequenos passaros...nao ficaram feios, mas me arrependi, deveria haver desenhado um aviao, pois em Nice, vejo avioes a cada meio minuto. Nao consegui assinar direito, a tinta eh ruim, e o pincel tambem. Otima experiencia! Quem quer comprar?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Bolívia II

Amor
Amor que dá vontade de sair correndo
Fugir
Ficar
Amor que dá vontade de chorar de alegria
e de dor no estômago
gente alegre
gente sem profissão
crianças com profissão
gente alegre
que não cansa de dançar carnaval
a cada nova cidade
um novo início de carnaval...
e um novo cheiro de xixi
cor
cor
cor
cor que não poderia jamais viver sem suas cores
traz aquele brilho de felicidade pros olhos
olhos cansados
com brilho de felicidade
Titicaca esquecido
energia na ilha do sol
choro de alegria na ilha da lua
energia dos Tiawanacu
Potosí
minas e trabalho escravo, jan. de 2008
os mineiros e seu deus
o venerado
Diabo
folhas de coca e bicabornato
passa a fome
passa o sono
e as pedrinhas preciosas
pode buscar
pode buscar
pode buscar
q não vai adiantar
nos pescoços dos gringos já estão
há 300 anos
la Paz
Paz para la Paz
Cuanto cuesta?
sólo um bolivianito!

segunda-feira, 24 de março de 2008

STRANGE


Venía todos los Lunes
Y cuando lo reencontré
Tras un año q habíamos encerrado con los encuentros de lunes
Nuevamente los lunes reempezarán
En el primero
Hablaba demasiado del novio
Que había cortado hacia poco
En el segundo
No habló ninguna palabra del novio
Esperaba todavía
En el tercer
No tuvo sexo
Y dijo q el mensaje que selo había enviado
Su novio lo había leído
Solo le invitaba a un boliche cerca.
Se fue.
¿Volverá?

quinta-feira, 6 de março de 2008

just a morning day

from outside in my balcony
i see the world
and I try to tell you how it looks like
coz you are here with me now
I feel you here,
by me


The sun is burning my skin
Im shirtless
feeling you hold me
from the back
you are licking my neck
and caressing my belly
my dick growing
and you feeling it
your foot touching my lengs
your fingers on my nipples
turning us on
my neck is all wet
the sun burning our skin

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

5:39


Desgraçada Insônia!

que me entorpece

e me faz viajar

por mundos tão distantes

mas que desejaria

estivessem tão perto

Sexo, é o que penso

mas não é o que quero

Beijo, carinho, palavra, pele

é o que quero

mas sexo, é o que penso

mas nao o que quero

Amor

é o que quero

Desgraçada Insônia!

Silêncio


Silêncio dos pobres
Fome
Silêncio dos nobres
Prepotência
Silêncio dos imortais
Eternidade
Silêncio dos imorais
Fraqueza
Silêncio dos trabalhadores
Cansaço
Silêncio dos caçadores
Emoção
Silêncio dos incapazes
Humildade
Silêncio dos rapazes
Sexo
Silêncio no olhar
Verdade
Silêncio ao duvidar
Mentira
Silêncio sem nexo
Escuridão
Silêncio no sexo
Tesão
Silêncio e calma
Experiência
Silêncio da alma
Amor
Otavio Augusto

"Nunca subestime o valor do silêncio. Desconcerta a fanforrice e deturpa o discernimento" Otavius Augusto, 1º Imperador de Roma

I shall never return


I shall never return
To the place where I’m from
I shall never return
To the place where I thought I was from
Once I do never return
I disappear
I become a new one
A new being
With no past,
And an unplanned future ahead
Once I do never return
I pretend to forget you
While my heart still dies, slowly

Espera


Espera que nunca acaba
Espera sem fim
Pensamentos apenas entram e saem
Não são processados
Nessa cabeça que espera
Retro
-Alimentação de pensamentos?
Nem pensarNessa cabeça que espera
Os pensamentos apenas ficam
Param
Estacionam
Congelam
Todos em você

A ESPERA
Enche a alma de calafríos
e a mente
de sangue retirado dos pulmões
já petrificados pela fumaça
circulada na noite passada
quando a espera
era ainda mais longa
e a festa
era ainda mais longa
interminável intragável....

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Amor, viajes y dolor

we live in a beatifull world dice:
voce tambem dorme bem gatinho!

y en ese momento me puse nervioso adelante de la computadora, en ese momento me llamó de gatinho por primera vez; y una duda en mi cabeza, de quien no esta seguro de nada, era si el chico realmente habia entendido el sentido de la palabra gatinho...bueno, el no habla portugues pero no puede ser tan dificil de hacer la conexion de la palabra...en el otro dia cuando llegue al trabajo, mal podía hablar con el gatinho, me ponía nervioso, las palabras no salían, y todo lo q salía me salía raro, como si no fuera yo quien estuviera hablando, no podía ser natural. La idea de ese sentimiento volverse realidad es casi irreal..en el trabajo, donde ya normalmente no hacía nada, no lo podía mirar, no podía estar en el mismo sitio q él, pues asi, hacía menos todavía..todo el proceso de conquista y de juego fue árduo; desde el momento que no podia hablar adelante de él, por el tremor de las piernas, hasta el momento que ya no tenia mas lo que hablar pues ya le habia dicho todo...no, todo eso no llevo 10 minutos como yo estaba acostumbrado, nos llevo meses; y todos esos meses hicieran las ganas, la voluntad, el deseo de estar juntos, crecer y crecer; querian estar juntos pero no sabían como, la inseguridad en él todavia estaba muy presente; se fue un par de veces, y volvió, siempre; fiel al sentimiento..hasta que ya no podían estar mucho tiempo lejos, el trabajo le molestaba, llegaba atrasado y mandaba todo al carajo; yo, allá ya no podía mas trabajar..lo esperaba, pasaba los días inventando cosas para pasasr el tiempo mientras él trabajaba..lo esperaba, lo esperaba como nunca había tenido la paciencia de esperar a nadie. Tras un mes dividiendo la misma cama, lo dejé..mentí a mi mismo cuando dije q no me iba si encontrara mi amor; pero el mundo és demasiado grande, y conocerlo és una meta; nuestro amor ahora duele, hiere, y crece; crece como creció en aquellos meses de conquista, largos meses q para mi parecieran inútiles y tenía muchas ganas de encortarlos, pero él me enseño q no, q no había medio de encortarlos, los largos meses eran necesarios para hacer crecer el amor; y la distancia, también lo és. Como uno solo apriende a amar a su própio país cuando vive lejos de él, así también és con el amor. Yo le amo, y cada vez más.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O Grego

O Grego vivia em uma cidadezinha de interior, cidade essa que fazia fronteira com um país ainda piorzinho, e falava oito línguas. E eu me perguntava, porque o Grego vivia no interiorzão se falava oito línguas, tinha ‘boa’ cultura ou não esse grego? ‘Tupi, or not tupi that is the question’.
Certo que o Grego saiu fugido de todos os países os quais aprendeu todas essas línguas, se é que aprendeu mesmo, pois além de ‘ok’, ‘je peut parle français’ e um português bem escutado, porém com vários erros de conjugação, não escutei nada mais; nada mais que pudesse ter impressionado minha pobre cultura lingüística de três línguas e duas meias; meias essas sujas e chulezentas.
Mas nada disso tinha importância, o que importava é que o real conhecimento do grego era das polícias locais. Sabia dos federais, dos militares e dos civis. Sabia muito bem que os federais só levavam em cana se encontrassem de quilo pra cima, que os militares te levavam por qualquer papelotinho e não sabiam o que fazer com você e seus papelotinhos e que os civis eram comprados por qualquer trocado porque não queriam passar trabalho.
Os federais vendiam o quilo e se faziam ricos; os militares te soltavam logo que nomeasse um conhecido qualquer, seja um importante político ou delegado, ou o comerciante da mercearia da esquina; e os civis fumavam o teu papelotinho, isso se você não fosse tão mão fechada e não se desse ao trabalho de pagar alguns trocadinhos a mais para pedir o papelotinho de volta, ao invés de ir comprar novamente outro por um pouco mais barato que o trocadinho da propina.
A verdade é que o Grego, além de ser o tradutor oficial dos federais - diz ele -, passou férias na Grécia junto com o delegado; e nos deu todo esse discurso das polícias locais só para nos deixar tranqüilo e relaxado para que pudéssemos fumar sem preocupação na rua, e não tivéssemos o incomodo de fumar o papelotinho trancafiados no quartinho do hotel baratinho.
De moto-taxi foi e voltou relativamente rápido; sentou, tomou um copo de guaraná e comeu um pedaço da nossa pizza - metade frango catupiri metade vegetariana – e escolheu frango catupiri, por que o Grego não é bobo nem nada. O grego nos contou mais um par de histórias e se levantou para ir embora, não antes de mostrar um papelotinho, um pouco mais suspeito e um pouco mais branquinho que o nosso, e dizer que tinha outra entrega meio que urgente. Marchou pra ir embora, deu dois compridos passos e voltou. Mostrou-nos os guardanapos da mesa e disse que aquilo também servia no caso de que não tivéssemos nada melhor, e levou um guardanapinho com ele; já que quem faz uma compra para alguém, sempre leva um pouco da tal compra, e esse era o negocio do Grego.
O Grego não se importava em ganhar dinheiro, naquela cidadezinha de fronteira do interior, dinheiro não servia para nada; ao grego interessava fazer ‘cambios’, e no cambio com agente, além de um papelotinho, ou dois, que levou com ele, ainda levou um pedaço de pizza frango catupiri e um copo de guaraná; que mais poderia querer o Grego?
Seguindo o conselho do Grego – que papero ou não, mas de algo sabia – usamos o guardanapo ao invés de voltar pro apertado quartinho do hotel baratinho. Passaram os federais e perceberam que eram só três garotinhos com uns papelotinhos que não valiam à pena; passaram os militares e averiguando que minha carteira de identidade era de filho de militar, decidiram não nos incomodar; passaram os civis e levaram os três papelotinhos, dos seis que nos sobravam.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Cartas antropologicas a Maximiliano

This is my sorry and thanks a lot for my english readers...
As u all know, languages spin around my mind...
And when I wanna say yes I say sim
And when I wanna say nao I say no
And when I wanna say I luv you I say ti amu
Maybe its time to be true, true to my very few readers,
and confess that no language has to be chosen
You are gonna be inside my mind
when your mind starts spinning together with mine
Ready to the tripyyyyy?
Come along...

terça-feira, 6 de novembro de 2007

sweet shallowness

my little fred
where could i find
inspiration for this moment
moments of hollowness
moments of a head
not being able to think
and a text willing to be written
coz there is no other mean of conexion
with
a
lovely
person
who id like to be speaking
and
not
writing,
moments of
sweet shallowness

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

VODKA

Feeling high you go wherever you want
Tosltoi Dostoievski
Eletronic music
Clubbing culture
Getting high you go wherever you want
Orwel Kafka
Psych Musci and Drum`n Bass
Night life
Drinking high you go wherever you want
Poe Cortazar
Techno
As fas as you can go
will be never enough
Read
you see yourself
Dance you see yourself
Groove Armada
Post Contemporany
Club n` you Read
Read n` you Club
You see yourself I see myself
Post Contemporany World

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Gatinho

we live in a beatifull world dice:
voce tambem dorme bem gatinho!


Ode to Argentina,
what a beautiful country
full of dark hidden places n
bright light open nature
full of dirtied, blur and gross water n
flowerish smell of soft earth
full of gatinhos n
gatinhas
full of disgusting untouchable people n
sweety little tender soft skin boys
there are big hearts n
there are no hearts
there is u n there is me
I wanna be with you, and u must believe me.

domingo, 23 de setembro de 2007

Missing

Is there anyone missing me?

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Post Contemporany 1 - My addiction

Yesterday I felt, yesterday I felt and I realized my addiction, my addiction to clubbing. My addiction has nothing to do with the `substances`, no matter if it`s drinking, smoking or snorting, clubbing is what I can`t live without, and we all know it comes together with the `substances`. It`s not that I want to find an excuse to use whatever `substance` shows up to me, coz I am sort like that, but I always say and will keep saying I cannot club without `substances`, I get bored. It can be just one useless glass of a `drinking` or a very fast and short puff of a `smoking`, but it has to be there. I have to feel that I`ve taken something and that something can make me higher, at least higher than my ordinary state, that`s what makes me feel I`m actually clubbing. It`s been quite some time I`m in this life, but I see myself and know myself, and as soon as I quit it and move to the countryside, the use of all `substances` are slowly going to decrease. It`s all clear that it won`t disappear – life is not that smiley – but it will decrease, consideraly, staying just the ones which inspire me the most, the ones which inspire me to do other things but clubbing. The `smoking substance` inspires me to do a whole lots of other activities, on the other hand `snorting` is the best, the best ever to club, and not anything else; if one uses it properly, the most boring parties end up being the bests ever of the month – who knows which parties we had last month -, however if one takes it before using a `sex-room`, one may get embarrased. Clubbing is the way I get to know the `neighbourhood` - society -, the way I meet people, the way I learn new languages and measure how fast I`ve been learning them, the way I make my `sex-room` not to be completely useless and the way some day I will get my `wishing-room`. Clubbing is what I do in order not to need a job or study something to feel myself integrated to the new society. Foreigners usually have to have a job or to be part of any kind of educational level to feel themselves confortable and part of the new place where they are, as they don’t have their family or friends to support them they have to find and make new ones, preferable `good` ones. However once I club I don’t have to find a fucking boring job that would take the time that I could be using to meet nice people and who share the same interests as me. I meet cute good-looking guys who invite me to their home at the very same night we meet, to have some sex or whatever, and I, consequently, see the way local people live and take their life. Doing that I end up having not to deep, but quite strong relations to some guys, experimenting that will of falling in love or never ever want to see the guy again, feelings I`ve been feeling to frenquently, and that just don’t drive me crazy `coz I know how the whole `process` works. However, even knowing how it all works, it knocks me down sometimes, mainly the first days or weeks I arrive in a new `neighbourhood`, when I`m still with that feeling that in this `neighbourhood` it is easier and more interesting to find a guy on my own, a guy who I would constantly think of having our `wishing-room` together, but after some days discover that it`s the same all around the world - but that still knocks me down. Yesterday I felt, yesterday I felt and realized my addiction. I`m in my `resting-room` and I`m already resignated that I`m staying `home` tonight. Juan sends me a `short-letter` and we are now sharing some of them, writing `bout our will of going out and where we shall go. No matter the time, once someone invites me, I do go. I give him a couple of options, clubs are not that near from here and the corridors as usual are dark and freezing. I`ve changed my clothes already, the needy papers are in my pockets, but I still don’t know where we are going. My palce is confortable and warm. I`m alone. I wish I was making good use of my `sex-room`, but I`m not. I`m not the kind who get bored in my `resting-room` just `coz I`m alone, but I can`t stand lonely nights. I can spend days days days and days entertaining myself by myself, but the nights by myself makes me bored to death. I`m walking up and down in my little `room`, listening to the unusual sound of my snickers bumping on the floor – I`m always barefoot inside all my `rooms` - and making me feel I`m lost in the most known place.I`m ready to go, it`s bloody late and the night won`t be cheap, I`m ready to go, knowing that my whole day tomorrow will be fucked up, I`m ready to go. It`s been a couple of few minutes since no `short-letters` arrive, I won`t give up and I know that, the time has never been an issue to me and the weight of my tiring neither, as long as I don’t miss a clubbing night. After this long, nervous and expecting few minutes the `short-letter` finally arrives… he is dead, he gave up. I sit by the bed and feel happy for us. I always feel satisfied when someone convinces me not to go out, usually it`s on the other way around and I always manage to do the not very difficult task of convincing a friend to go around and see what`s the luck of the day. I feel happy `coz I know it`s the `best` for me, but like a drug addicted, I miss, I miss the music, I miss the unknown people around, I miss the feeling of being alone in the middle of a crowd, I miss the lights blinding my eyes…abstinence…and I have an awful sleeping night.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Creatividad - Imaginacion

hay maneras en las que las cosas podrían ser mejores, en Cuba a las habaneras, mientras armaban los cigarros había alguien que se dedicaba a leerles un libro, por ejemplo